Agência 242 conquista 12 novos clientes

Por Higor Gonçalves
Blog | 12.12.2016
Equipe 242 - Crédito - Agência 242

Da esquerda para direita, em pé: Higor Gonçalves, assessoria de comunicação; Diego Oliveira, direção de arte; Andrew Mittendorfer, marketing; Paula Braccesi, atendimento comercial; Jefferson Fernando, front-end; Mayra Presotto, designer; André Zanon, direção de arte; Natan Kurata, supervisão de contas; Gustavo Gerard, redação. Da esquerda para direita, sentados: João Cairo, redação; e Luís Gustavo Marangon, direção de arte.

Problemas no combate à inflação. Desvalorização da moeda. Crise – e das sérias. Não, não se trata de 2016. O ano era 1999 e, às vésperas do aguardado ano 2000, o Brasil atravessava uma das recessões até então mais intensas da sua história. Em janeiro daquele ano, o Banco Central abandonou o regime de bandas cambiais, passando a operar em sistema de câmbio flutuante. Resultado: real nocauteado diante do dólar. Na época, o SBT divulgou uma série de chamadas otimistas nos intervalos da programação: “Se cresce com crise?”, questionava o comercial. “Com crise se cresce”, afirmava logo seguida. Passados quase 18 anos, uma constatação: no universo do empreendedorismo, crescimento pode, sim, “rimar” com retração na economia. A Agência 242 é um case.

 Full-Service e com expertise em diferentes segmentos, a agência liderada pelos sócios Gabriel Santacreu e Pedro Hermano se especializou na entrega eficiente de resultados, sobretudo na área digital.  Nos últimos doze meses, foram conquistados 12 novos clientes – uma média de um por mês. O time de colaboradores também cresceu. Passaram a compor a equipe em 2016: Natan Kurata (ex-Havas Life), supervisão de contas; Andrew Mittendorfer, marketing (ex-775 Brasil); André Zanon (ex-RV Mondel Comunicação), Diego Oliveira (ex-Martin Luz Comunicação), Luís Gustavo Marangon (ex-Studio 61) e Mayra Presotto (ex-Trip), direção de arte; Gustavo Gerard (ex-Sabbre) e João Cairo (ex-JWT), redação; Jefferson Fernando (ex-DeepMind Comunicação), front-end; Higor Gonçalves (ex-Porto Digital), assessoria de comunicação; Natália Ramachiotti (ex-Nestlé), planejamento; e Paula Braccesi (ex-Randstad Professionals), atendimento comercial. “As novas contratações chegam para somar à performance, aumentando a nossa presença no mercado e contribuindo para a entrega eficiente de resultados. Ajudamos os nossos clientes a venderem. Eficiência é o nosso lema de ordem. Numa época de crise, esse traço faz a diferença”, pontua Gabriel Santacreu, sócio e diretor de atendimento.

DNA Digital – As transformações no cenário político-econômico aliadas à diminuição no investimento das empresas em marketing e comunicação despertaram o interesse do mercado pelo digital, repleto de cases mensuráveis e com custos essencialmente reduzidos. Segundo estudo do IPG Mediabrands Magna, em 2017 a compra de mídia digital, pela primeira vez, deve superar a de TV. Alcançando market share de 40%, o que vai representar movimentação de cerca de U$202 bilhões ao redor do mundo, o digital deve se tornar a primeira categoria de publicidade. Ainda de acordo com a pesquisa, a venda de mídia para TV, no comparativo, gerará aproximadamente U$186 bilhões, alcançando market share de 36%.

“Se quiserem ser arrojadas, agregarem valor aos seus portfólios e venderem também em períodos de incerteza, as marcas precisam estabelecer conexões reais, ininterruptas e relevantes com os seus diversos públicos de interesse. O mundo digital pede uma nova forma de fazer publicidade. O maior ativo de uma empresa, seja grande, média ou pequena, é o conhecimento profundo sobre o perfil e as demandas dos seus clientes. Conhecimento e iniciativa, para saber o que fazer com a informação”,  destaca Pedro Hermano, sócio e diretor de criação.

Embora a mensagem precise ser única em todos os canais, nos meios digitais ela deve necessariamente passar por uma adaptação a cada plataforma.  “O que fazemos é ensinar como as empresas podem construir uma presença digital relevante e utilizar as plataformas online sincronizadas aos seus propósitos de marketing e comunicação. Falo de táticas coordenadas e feedbacks tangíveis, de preferência, no curto prazo”, explica Pedro Hermano. “Se cresce com a crise?”, questionou um comercial de TV em 1999. Sim, é possível crescer (e muito) em períodos turbulentos. “Em épocas de crise é fundamental otimizar recursos para rentabilizar e  crescer”, ensina Gabriel Santacreu.

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